sexta-feira, 11 de abril de 2008

À Rainha
















Teu cetro reclamas,
Devassa,cansaste das chamas
Das façanhas inócuas
Dos prazeres fúteis

Que ventos te trazem.
Do teu castelo de nada
A nada chegou vida desregrada
Sem metas, só prazeres.

A nada levou,
E ao trono te retornou.
Que pensavas encontrar?
Prazeres, vícios, uivos e gemidos
Devassa. E Amada Rainha

À monárquica vida retornas
Mais vivida, mais sabida.
Mais disposta ao Amor e seus caprichos
Amada, devassa, sim a rainha te tornarei

Pois de te Amar jamais deixei.
Mas se prazeres procuravas
Deles nunca mais deixarás
Já que a tua ausência me fez ver
Que disso gostas e és capaz.

Então Amada volta.
Para o teu "mediterrâneo inferno"
Onde aprenderás a viver
Sempre e só para o prazer.

Te Amo Rainha Devassa

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